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Ciência Política - Estado e Justiça
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Autor(es): Jônatas Luiz Moreira de Paula

Edição:

Ano: 2007

Paginação: 536

ISBN: 978-85-89857-76-5

Acabamento: Capa Dura

Sinopse: Filosofia e História Política Sim, é possível obter correlacionar a Filosofia com a História das Doutrinas Políticas e daí extrair (uma) Ciência Política. Filosofar significa abstrair o objeto cognoscente. Filosofar sobre a História das Doutrinas Políticas é abstrair os seus conceitos, princípios e significados, e interagi-los com os demais ramos das Ciências Sociais Aplicadas, e em torno disso construir uma Ciência Política. A Ciência Política não se confunde com a Teoria do Estado ou com o Direito Constitucional ou até mesmo com a Ordem Jurídica. Sem se preocupar em saber quem surgiu primeiro - o Estado ou o Direito -, o fato é que ambos decorrem de uma Ciência Política, mais especificadamente de qual doutrina política foi posta em prática. Por outro lado, é possível a Ciência Política ampliar seu espectro de abstração, a fim de interagir com outros institutos de Ciências Sociais Aplicados. Neste aspecto, não se especula mais uma doutrina política em si (p. ex. Marxismo, Liberalismo, Democracia, Totalitarismo), mas, isto sim, construir uma Ciência Política, cujas determinações procurariam deveriam estar assim pautados: o pensamento político greco-romano; o pensamento cristão medieval; o pensamento renascentista; o pensamento racionalista; o pensamento empirista; o pensamento moderno; o pensamento marxista; o pensamento liberal; o pensamento socialista; o pensamento social democrata; e o pensamento globalizado. Certamente a necessidade de estipular conceitos firmes, para que se apresentem como marcos delimitadores científicos, irão fomentar a construção de uma Ciência Política voltada para a sua evolução histórica. Por fim, quando ampliado o espectro de abstração neste processo de elaboração, alcançar-se-á a Filosofia Política. Neste momento, o objeto cognoscente não se limitará à interação dos ramos da Ciência Política. Mas, sim, irá examinar os fundamentos e a teleologia da Política e das Doutrinas Políticas frente à ordem política, ordem jurídica e à ordem social. Assim, a Filosofia Política, muito mais que um ramo das Ciências Sociais, é uma Filosofia do Estado, do Direito e da Sociedade. A Filosofia Política é, por tudo isso, a expressão do poder estatal estabelecido conforme a doutrina política de um determinado momento histórico. Observa-se que, assim, a ciência é um conjunto de verdades certas e gerais, ao passo que a filosofia é a ciência dos primeiros princípios e das primeiras causas, ou a ciência das grandes causas. O presente trabalho atuará na construção de uma Ciência Política voltada para a evolução histórica das doutrinas que a constituíram, porque nelas se encontram os fundamentos e os fins da razão de ser do Estado. A Política como objeto de investigação Concebe-se na filosofia que a relação de conhecimento é composta por sujeito, objeto e conceito. O sujeito é quem atua na apreensão intelectual das coisas do mundo, particularizando-os e distinguindo-os. Nessa particularização e distinção, surge o conceito, como representativo daquela abstração. O objeto vem a ser as coisas do mundo que são apreendidas pela atividade intelectual e suscetíveis de representação e conceito. Percebe-se, pois, que o conceito é uma síntese entre o sujeito e o objeto cognoscente. Identifica-se uma controvérsia sobre a relação entre o sujeito e o objeto e a possibilidade de se apreender o conhecimento. Por tempos, a corrente filosófica cética, com raízes no sofisma, questionava se os estados de consciência seriam objetivos e correspondiam ao que verdadeiramente é e debatiam ainda se os princípios do senso comum seriam inerentes ao ser ou a uma criação do conhecer. Essa corrente, como se evidencia, questionava as possibilidades de conhecer e que o conhecimento poderia ser produto da imaginação humana e não do que realmente fosse.

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