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Alice no País das Poesias Profanas e Sagradas

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Autor(es): Alice Gurgel do Amaral
Edição: 1ª
Ano: 2020
Paginação: 113
ISBN: 978-85-7789-458-1
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21
Sinopse: Como é doce o meu amor! Que até o mel inveja o doce do meu amor”! (O MEL E A INVEJA); “ Que pena! Eu precisava do amor eterno. Eu sou eterna e meu sentimento  não termina....O que faço com esse coração de fidelidade? Ele se perdeu....Do eterno se esvaziou e vazio ficou”. (O AMOR ETERNO); “ A mesma desvairada paixão. Ainda que sob censura, ainda que ao longe, ainda que sob o pecado da culpa e da proibição”. (REPETIÇÃO E VERDADE); “Juntos, respiramos melhor. Juntos, vivemos melhor...” (JUNTOS SOMOS MELHORES); “Fechei cortinas e janelas. Não quero que o dia azul e feliz veja lágrimas escorrerem e salgarem meu rosto. Lágrimas não combinam com céu azul....” (CORTINAS CERRADAS).
 
ALICE GURGEL DO AMARAL

Alice Gurgel do Amaral é advogada e jornalista. Escreve poesias desde a infância, e hoje, aos 73 anos de idade, é pós-doutoranda em Direito do Trabalho, pela École de Droit de la Sorbonne, Université Paris 1, França; funcionária aposentada do Tribunal Regional do Trabalho 2ª região-SP; presidente da AAJUST 2, Associação dos Aposentados da Justiça do Trabalho TRT 2; desenvolve projetos para a Plena Maturidade e tem vários artigos jurídicos publicados, além de crônicas e histórias infantis; em 2017, foi uma das ganhadoras do “Concurso Nacional Novos Poetas” pela Vivara Ed. Nac.; reside em São Paulo, onde se dedica aos filhos e netos, e também assiste à neta primogênita e ao bisneto, que moram em Helsinque, Finlândia.
 
Poesia introdutória
Meu texto é a obra de arte
Meu texto e a obra de arte

Poesia infantil
Ode ao amor dedicado às crianças

Poesia social
Canto da justiça
Uma cidade chamada São Paulo
Cidade maravilhosa
Sou diferente
A indiferença
Frustração e perplexidade
Choros e cantos
Invento a felicidade
Juntos somos melhores

Poesia-trivial
Dona Felícia

Poesia contemplativa 
Cores e flores por todo o mundo
Jardins à noite
A dor do sentir
Só olhando só sentindo
Hoje eu fiz o mundo parar
Silêncio

Poesia existencial
A queda e a salvação
O apelo da vida
Depressão
Tristeza, infinita tristeza
E a ajuda não veio
Uma lágrima, uma só!
À deriva, eu não vou
O dia que espere!
O silêncio vai acabar
Procuro uma nova identidade
Desânimo
Desânimo de novo
Quase insuportável
O pessimismo não me derrota
A vida e seus mistérios
Acabaram-se as lágrimas
Nenhuma resposta
Cortinas cerradas
A dor que se cansou
Guerra e paz
Eu quero é o sentir
Não sou mais eu
Eu, minha vida, minha paixão
Outono tropical
Riscos... Não mais; nem rabiscos
O creme e o branco
e a cor sem cor
Helsinque-Paris-São Paulo
Sementes sem colheita
Jejum fora do mundo
Minha vida minha adesão
Aniversário
Desaniversário

Poesia saudosista
Saudades eternas
Amor sim... saudades doem
A primavera trouxe nosso amor
Quem é você?
A volta incompleta
Falsas saudades
Véspera da viagem
e viagem na véspera

Poesia-tempo
O amor infinito e o tempo finito
Gratidão e tempo
Meu tempo-momento
A energia do tempo
Quase não dá tempo

Poesia-homenagem
Ode a Anagabi
Alegria Bia ria sorria alegria

Poesia amorosa
Amores e desamores
Um só nome 
Haverá um convite
Homem-produtivo
Homem amor
A primeira noite das vestais impuras
Freud, Klein, Jung
Paixão-impura-paixão
Amores abissais
O silêncio e o ônix
O mundo azul
O feitiço dos deuses
O beijo espaçoso
O amor verdadeiro chegou
Amores desfeitos
Meu eu azul
A paixão-amor protegida
Só letras e um nome
A distância não existe
Uma miragem, apenas?
Era uma flor 
O mel e a inveja
Síntese: o profano e o sagrado
O som do silêncio
Apenas um sonho?
Olhos cor de mel de laranjeira cinza
O amor eterno 
Repetição e verdade

Poesia platônica
Lágrimas e chuvas
A prosa-poesia do domingo
Cinzas 
A pedra ônix se foi
Sofro a distância
A cor do dia 
O cultivo 
Sempre vence é a vida

Poesia-espiritualista
Por que Glória se foi?
A garantia 

Poesias em língua francesa
Que m’importe, que m’importe
Nada me importa, nada me importa

Tout pour toi
Tudo por você

L’être  humain est mort
O ser humano está morto

Le cri de la peur et de la passion
O grito do medo e da paixão

Quand le mois de juin arrive...
Quando o mês de junho chegar...

 

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