Home
Kit Penal 10

Kit Penal 10

SKU MZNKITPEN010
R$326,00
R$293,40
Cartão

1 x sem juros de R$293,40 no Cartão

2 x sem juros de R$146,70 no Cartão

3 x sem juros de R$97,80 no Cartão

4 x sem juros de R$73,35 no Cartão

5 x sem juros de R$58,68 no Cartão

6 x sem juros de R$48,90 no Cartão

7 x sem juros de R$41,91 no Cartão

8 x sem juros de R$36,68 no Cartão

9 x sem juros de R$32,60 no Cartão

10 x sem juros de R$29,34 no Cartão

Boleto

1 x sem juros de R$293,40 no Boleto

Cartão

1 x sem juros de R$293,40 no Cartão

2 x sem juros de R$146,70 no Cartão

3 x sem juros de R$97,80 no Cartão

4 x sem juros de R$73,35 no Cartão

5 x sem juros de R$58,68 no Cartão

6 x sem juros de R$48,90 no Cartão

7 x sem juros de R$41,91 no Cartão

8 x sem juros de R$36,68 no Cartão

9 x sem juros de R$32,60 no Cartão

10 x sem juros de R$29,34 no Cartão

Aproveite, ainda temos 3 itens no estoque
R$ 326,00
R$ 293,40
10 x de R$ 29,34 sem juros
Quantidade
Adicionar à lista de desejos

Nos Kits Promocionais não serão aplicados nenhum cupom de desconto porque os valores já estão com desconto promocional. Aproveite e garanta seu kit promocional!

ACORDOS CRIMINAIS

Sinopse: O processo penal moderno chegou ao Brasil, no entanto, velhos paradigmas devem ser elididos, com a leitura deste livro você firmará a convicção que não é mais possível fundamentar a ciência jurídica com princípios e normas originadas do século XVIII.
Como afirma o Ministro do STJ e TSE, Og Fernandes: “O livro que me apraz aqui referenciar contém estudos pacientemente realizados sobre a principiologia geral e estruturante dos acordos criminais. Enfrenta as raízes dogmáticas – aliás, com interessantíssima menção às velocidades do Direito Penal – e culturais, que ainda creditam exclusivismos éticos à restrição de liberdade corpórea como único resultado possível às culpas mais graves, estabelecendo premissas firmes para os passos direcionados à dogmática”.
Convido-o a mergulhar nas bases principiológicas do processo penal moderno, na certeza de que a porta de saída da justiça brasileira é adoção do direito criminal consensual como prima ratio.

Tópicos:
> Acordo de não persecução penal
> Acordo de não continuidade da persecução penal
> Transação penal
> Suspensão condicional do Processo 
> Colaboração premiada

Autor(es): Francisco Dirceu Barros
Edição: 1
Ano: 2020
Paginação: 312
ISBN: 9786555260618
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21


MANUAL DO JÚRI - 5ª EDIÇÃO

Sinopse: Com a reforma do júri, infelizmente, grandes clássicos referentes ao tribunal do júri, como: O Júri, de Hermínio Alberto Marques, O Júri Sob Todos Os Aspectos, de Ruy Barbosa, A Instituição do Júri, de José Frederico Marques, Jury, de Firmino Whitaker, ficaram parcialmente  desatualizados. 
Mesmo tendo a reforma elidido controvérsias e lições seculares tentei, a todo custo, preservar as lições de históricos doutrinadores, entre os quais podemos citar: Pimenta Bueno, Bento de Faria, Borges da Rosa, Espínola Filho, José Frederico Marques, Edgar de Moura Bittencourt, Hermínio Alberto Marques Porto, Rui Barbosa, Pontes de Miranda, João Mendes Júnior, Júlio Fabbrini Mirabete, Rogério Lauria Tucci, Tómaz Carvalhal, Magarino Torres, Roberto Lyra, James Tubenchiak, Hélio Tornaghi, Guilherme de Souza Nucci, entre outros, que aliados aos abalizados ensinamentos do grande Tourinho Filho formam a base e o contexto ideológico de todo sistema processual penal moderno. Assim, in casu, foram mantidas  lições  históricas  do  melhor  da  doutrina. 
Acredito  que  temos  um  livro  inédito,  pois  é  o  único  no  Brasil  que:
> Traz a formulação do embasamento doutrinário majoritário de cada tema enfrentando  as  grandes  controvérsias  doutrinárias.
> Insere  uma  coletânea  de  julgados  dominantes  do  STF  e  STJ,  dividida  por  temas.
> Apresenta  modelos  de  peças  para  advogados,  promotores  e  juízes.
> Presenteia o leitor com um capítulo de frases históricas proferidas por grandes profissionais  da  tribuna  do  júri. 
> Desenvolve,  em  um  capítulo,  casos  superinteressantes  sobre  o  Júri.

Tópicos:
> Dicas práticas
> Doutrina dominante
> Formulação didática dos quesitos
> Frases históricas usadas no júri
> Modelos de peças para juízes, promotores e advogados
> Posições do STF e STJ
> Principais controvérsias do júri
> Atlas do corpo humano e terminologias médico forense

Autor(es): Francisco Dirceu Barros
Edição: 5
Ano: 2020
Paginação: 902
ISBN: 9786555260816
Acabamento: Brochura
Formato: 17x24

FRANCISCO DIRCEU DE BARROS
Procurador Geral de Justiça do Estado de Pernambuco, Promotor de Justiça Criminal e Eleitoral durante 19 anos, Mestre em Direito, Especialista em Direito Penal e Processo Penal, ex-Professor universitário, ex-Professor da EJE (Escola Judiciária Eleitoral) no curso de pós-graduação em Direito Eleitoral, Professor na pós-graduação de Prevenção e Segurança Pública no CERS, Professor convidado da Escola Superior do Ministério Público do Maranhão e Pernambuco, com vasta experiência em cursos preparatórios aos concursos do Ministério Público e Magistratura, lecionando as disciplinas de Direito Eleitoral, Direito Penal, Processo Penal, Legislação Especial e Direito Constitucional. Ex-comentarista da Rádio Justiça – STF, ex-colunista da Revista Prática Consulex, seção “Casos Práticos”. ex-colunista do Blog AD (Atualidades do Direito). Membro do CNPG (Conselho Nacional dos Procuradores Gerais do Ministério Público). Colaborador da Revista Jurídica Jus Navigandi. Colaborador da Revista Jurídica Jus Brasil. Colaborador da Revista Síntese Direito Penal e Processual Penal. Colaborador do Blog Gen Jurídico, Colaborador do Blog “Os Eleitoralistas”, Colaborador do Blog “Novo Direito Eleitoral”, Autor de diversos artigos em revistas especializadas. Escritor com 70 (setenta) livros lançados, entre eles: Direito Eleitoral, 14ª edição, Editora Método. Tratado Doutrinário de Direito Penal, Editora Mizuno, Prefácios: Fernando da Costa Tourinho Filho, José Henrique Pierangeli, Rogério Greco e Julio Fabbrini Mirabete. Tratado Doutrinário de Processo Penal, Editora Mizuno, Prefácios: Rogério Sanches e Gianpaolo Poggio Smanio. Recursos Eleitorais, 2ª Edição, Editora Mizuno. Direito Eleitoral Criminal, 1ª Edição, Tomos I e II, Editora Juruá. Manual do Júri, 4ª Edição, Editora Mizuno, Prefácio Edilson Mougenot Bonfim. Manual de Prática Eleitoral, 3ª edição, Prefácio: Humberto Jacques de Medeiros, Vice-Procurador-Geral Eleitoral, Editora Mizuno. Coautor e um dos coordenadores do livro “Acordo de Não Persecução Penal”, Editora Mizuno.
 
ACORDOS CRIMINAIS

CAPÍTULO 01
Noções Gerais Sobre os acordos criminais
1.1. Breves considerações 
1.2. Resposta estatal ao crime
1.3. Sistemas de justiça: os modelos clássico e moderno do enfrentamento de casos delituosos
1.4. O acordo de não persecução penal e a garantia constitucional de celeridade.
1.5. Os modelos de acordos criminais
1.6. O processo de expansão do direito penal e os acordos criminais
1.7. Os acordos criminais e o princípio acusatório
1.7.1. O princípio acusatório
1.8. Os acordos criminais e a mitigação do princípio da obrigatoriedade da ação penal

CAPÍTULO 02
Princípios estruturantes dos acordos criminais
1. Princípio da eficiência na persecução penal
2. Princípio da efetividade
3. Princípio da economia procedimental
4. Princípio da minimização dos danos causados à vítima
5. Princípio da voluntariedade objetiva 
6. Princípio da informação integral
7. Princípio dos indícios criminais veementes
8. Princípio da correlação entre fatos narrados e  a condição equiparada acordada
9. Princípio da segunda velocidade no Processo de Expansão do Direito Penal
10. Princípio da não persecução adversarial
11. Princípio da tutela da expectativa consensual legítima 
12. Princípio da disponibilidade da ação penal pública 
13. Princípio da divisibilidade na ação penal pública
14. Princípio da simplicidade/informalidade
15. Princípio da instrumentalidade das formas consensuais
16. Princípio da bilateralidade
17. A observância dos tratados internacionais  

CAPÍTULO 03
Acordo de não persecução penal
1. Conceito 
1.1. Natureza Jurídica 
1.1.1. A resolução 183 e sua validade remanescente após a publicação da Lei nº 13.964/19
1.2. Acordo de não persecução penal: as penas e as terminologias  
1.3. O acordo de não persecução penal e as opções diversionistas
1.4. O acordo como direito subjetivo do acordante
1.5. Requisitos do Acordo de Não Persecução Penal
1.5.1. Hipóteses de cabimento do Acordo de Não Persecução Penal
1.5.2. Dos requisitos primários
1.5.3. Dos requisitos secundários
1.5.4. Requisito subjetivo personalíssimo
1.6. Dos requisitos primários 
1.6.1. Estudo dos requisitos primários  
1.6.1.1. Requisito primário número 01: não ser o caso de arquivamento;
1.6.1.2. Requisito primário número 02: o investigado deve confessar formal e circunstanciadamente a prática de infração penal;
1.6.1.2.1. Elementos da confissão válida
1.6.1.2.2. Requisitos formais:
1.6.1.2.3. Espécies de confissões vedadas
1.6.1.2.4. Relato circunstanciado acerca do fato
1.6.1.3. Requisito primário número 03: a infração penal foi cometida sem violência ou grave ameaça 
1.6.1.4. Requisito primário número 04: a infração penal tem que ter pena mínima inferior a 4 (quatro) anos; 
1.6.1.5. Requisito primário número 05: aceitação voluntária de condições ajustadas cumulativa e alternativamente
1.6.1.5.1. A primeira condição ajustada: encontra-se no artigo 28-A, inc. I,  do Código de Processo Penal, criado pela Lei nº 13.964, de 24 de dezembro de 2019 (lei anticrime), qual seja, reparar o dano ou restituir a coisa à vítima, exceto na impossibilidade de fazê-lo:
1.6.1.5.2. A segunda condição ajustada
1.6.1.5.3. A terceira condição ajustada
1.6.1.5.4. A quarta condição ajustada
1.6.1.5.5. A quinta condição ajustada
1.7. Dos requisitos secundários (Vedações ao acordo de Não Persecução Penal)
1.7.1. Não pode ser cabível transação penal;
1.7.2. O acordante não pode ser reincidente e também não pode haver elementos probatórios que indiquem conduta criminal habitual, reiterada ou profissional, exceto se insignificantes as infrações penais pretéritas;
1.7.2.1. O acordante não pode ser reincidente
1.7.2.2. Os elementos probatórios que indiquem conduta criminal habitual, reiterada ou profissional
1.7.3. O investigado não pode ter sido o agente beneficiado nos 5 (cinco) anos anteriores ao cometimento da infração, em acordo de não persecução penal, transação penal ou suspensão condicional do processo; 
1.7.4. A infração penal não pode ter sido praticada no âmbito de violência doméstica ou familiar, ou praticada contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, em favor do agressor.
1.7.4.1. Acordo de não persecução penal e o crime de racismo 
1.8. Requisito subjetivo personalíssimo
1.9. A Formalização do Acordo de Não Persecução Penal
1.10. Conclusão e Arquivamento do Inquérito Policial, Procedimento Investigatório Criminal, Peças de Informação e Homologação 
1.10.1. A Descoberta da Mentira depois do Arquivamento do Inquérito Policial, Procedimento de Investigação criminal ou Notícia de Fato 
1.10.2. Desarquivamento do procedimento investigatório criminal
1.10.3. Negativa do membro do Ministério Público em propor ANPP  
1.10.4. Discordância do juiz em homologar ao ANPP 
1.10.5. Discordância do promotor em propor o acordo de concordância do juiz
1.10.6. Interferência do juiz nas condições ajustadas 
1.11. Necessidade do defensor
1.12. Requisitos da homologação 
1.13. Execução do acordo de não persecução penal 
1.14. Intimação da vítima 
1.15. Descumprimento das condições ajustadas 
1.16. Cumprimento integral do acordo
1.17. O acordo de não persecução penal em ações de competência originária. 
1.18. Aspectos práticos relevantes do acordo de não persecução penal

CAPÍTULO 04 
O acordo de não continuidade da persecução penal judicial
1. Breves noções introdutórias do Acordo de Não Continuidade da Persecução Penal.
2. Observância dos tratados internacionais  
3. Análise da possibilidade jurídica do acordo de não continuidade da persecução penal
4. O uso da analogia e o acordo de não continuidade da persecução penal
5. A lei penal no tempo. Retroatividade da norma processual de natureza híbrida
6. O princípio favor libertatis e o acordo de não continuidade da ação penal
7. O acordo de não continuidade da persecução penal e o juiz de garantias
8. A mutatio libelli e o acordo de não continuidade da persecução penal
9. Momento da formalização do acordo de não continuidade da persecução penal 
9.1. Data inicial:
9.2. Prazo final:
10. Homologação do acordo de não continuidade da persecução penal 
11. Negativa do juiz em homologar o acordo de não continuidade da persecução penal 
12. Negativa do promotor em fornecer a proposta do acordo de não continuidade da persecução penal 
13. Aceitação do juiz e negação do promotor em fornecer a proposta do acordo de não continuidade da persecução penal 
14. Cumprimento do acordo de não continuidade da persecução penal 
15. Descumprimento do acordo de não continuidade da persecução penal 
16. Antecedentes, reincidência e o acordo de não continuidade da persecução penal 
17. A problemática dos institutos despenalizadoras da Lei 9.099/95 
18. Enunciado nº 98 da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF
19. Aplicação do acordo de não persecução penal e acordo de não continuidade da persecução penal nos tribunais superiores 

CAPÍTULO 05
Da transação penal
1. Introdução ao estudo da transação penal
1.1. Conceito
2. Vedações da transação penal
3. Legitimidade para propor a transação penal 
4. Aceitação da proposta de transação penal
5. Discordância do juiz em homologar a transação penal
6. Concordância do juiz e discordância do representante do Ministério Público 
6.1. Divergência entre o autor do delito e seu defensor 
7. Direito subjetivo versus faculdade regrada 
8. A transação penal e o concurso de pessoas 
9. A transação penal e o concurso de crimes
10. A transação penal e a tentativa 
11. Aceitação da proposta de transação penal e cumprimento das condições 
12. Consequências processuais acerca do descumprimento injustificado da transação penal
13. Transação penal após o recebimento da denúncia
14. Síntese do procedimento penal sumaríssimo
15. A transação penal no Estatudo do Idoso
16. Transação penal eleitoral 
16.1. Análise da Possibilidade de Aplicar o Juizado Especial  Criminal aos Crimes Eleitorais
16.2. A Transação Penal e os Crimes Eleitorais que Possuem um Sistema Punitivo Especial
16.3. O Sistema Punitivo Especial e a Transação Penal com  Proposta Previamente Determinada
17. A transação penal na justiça militar:
18. A transação penal nos crimes ambientais
19. A transação penal e os crimes de trânsito 
20. A transação penal e o júri

CAPÍTULO 06
Suspensão condicional do processo
1. Introdução ao estudo da suspensão condicional do processo
1.1. Conceito
2. Requisitos e vedações da suspensão condicional do processo
2.1. Condições da suspensão condicional do processo
2.2. Legitimidade para propor a suspensão condicional do processo
2.3. Discordância do juiz da proposta de suspensão condicional do processo
2.4. Concordância do juiz e discordância do representante do Ministério Público 
2.5. Direito subjetivo versus faculdade regrada 
2.6. A suspensão condicional do processo e o concurso de pessoas 
2.7. A suspensão condicional do processo e o concurso de crimes
2.8. A suspensão condicional do processo e a tentativa 
2.9. Cumprimento das condições da suspensão condicional do processo
2.10. A extinção da punibilidade pelo cumprimento das condições e os maus antecedentes
2.11. Descumprimento das condições estipuladas na suspensão condicional do processo 
2.12. A revogação da suspensão condicional do processo pode ser obrigatória ou facultativa
2.13. O descumprimento das condições impostas na suspensão condicional e a conduta social
2.14. A suspensão condicional do processo e a desclassificação do crime e na procedência parcial da pretensão punitiva
2.15. Desclassificação e o júri
2.16. Suspensão condicional do processo e júri

CAPÍTULO 07
Colaboração premiada
1. Origem:
1.1. Conceito 
1.1.1. Legitimidade para propor a colaboração premiada
1.2. Finalidades da colaboração premiada:
1.3. Momento em que pode ser realizada a colaboração premiada
1.4. Natureza jurídica da colaboração premiada
1.5. Possibilidade jurídica
1.6. Requisitos para concessão
1.7. Colaboração premiada versus delação premiada
1.8. O crime cometido pelo colaborador quando prestar depoimento falso
1.9. O caráter personalíssimo da colaboração 
1.10. A colaboração sem acordo prévio
1.11. Eficácia da colaboração premiada
1.12. Os benefícios da colaboração premiada
1.13. A retratação da proposta de colaboração premiada
1.14. O colaborador na condição de informante 
1.15. Renúncia ao direito do silêncio
1.16. A concessão do benefício e a personalidade do colaborador
1.17. A colaboração premiada e o princípio do contraditório 
1.18. A necessidade de homologação do acordo de colaboração premiada
1.19. O direito subjetivo à percepção dos benefícios da colaboração 
1.20. Suspensão do prazo para oferecimento de denúncia e da prescrição 
1.21. Rejeição do acordo 
1.21.1. O descumprimento de acordo de delação premiada e decretação da prisão preventiva 
1.21.2. Diversos aspectos relacionados com a homologação do acordo analisados pelo STF 
1.22. O acordo de leniência 
1.23. A colaboração premiada e o princípio nemo tenetur se detegere

REFERÊNCIAS

ÍNDICE ALFABÉTICO REMISSIVO
MANUAL DO JÚRI - 5ª EDIÇÃO

CAPÍTULO 1
1.1. Noções Didáticas
1.2. A Controvérsia Sobre a Origem do Júri
1.3. A Origem do Júri no Brasil
1.3.1. O Júri é Um Órgão do Poder Judiciário?
1.4. Princípios Constitucionais do Júri
1.4.1. Plenitude de Defesa
1.4.1.1. Consequências Diretas do Princípio da Plenitude da Defesa
1.4.1.2. Súmulas Originadas do Princípio da Plenitude da Defesa
1.4.2. O sigilo das Votações
1.4.3. Soberania dos Vereditos
1.4.3.1. Soberania dos Vereditos e a Reforma In Pejus
1.4.3.2. Soberania dos Vereditos e a Reforma In Mellius 
1.4.4. Competência para o Julgamento dos Crimes Dolosos Contra a Vida
1.4.4.1. Quando o Crime Doloso Não é de Competência do Júri
1.4.4.2. O Princípio da Competência Mínima e o Fenômeno da Vis Atractiva
1.4.4.3. O Júri e o Estatuto da Criança e do Adolescente
1.4.4.4. O Princípio da Competência Mínima e o Fenômeno da Ratione Connexitatis
1.4.4.5. O Princípio da Competência Mínima e os Delitos de Menor Potencial Ofensivo
1.4.4.6. O Júri, a Suspensão do Processo e a Recusa do Ministério Público em Formular a Proposta
1.4.4.7. O Júri, a Suspensão Condicional do Processo e o Concurso de Crimes
1.4.4.8. Competência do Júri Versus a Competência Especial
1.4.4.9. O Júri, a Competência Especial Fixada na Constituição Federal e o Concurso de Pessoas
1.4.4.10. O Júri, a Competência Especial Fixada na Constituição Estadual e o Concurso de Pessoas
1.4.4.11. Os Crimes Dolosos Contra a Vida Cometidos por Policial Militar Contra Civil
1.4.4.12. Competência: o Local do Crime Versus o Local Onde Ocorreu a Insatisfação Social
1.5. As Principais Características do Júri
1.6. Os Tipos de Júri
1.7. O Procedimento Escalonado
1.8. O Princípio da Identidade Física e o Júri

CAPÍTULO 2
1.9. A Primeira Atividade do Juiz
1.9.1. O Início do Procedimento
1.9.1.1. O Início do Prazo para a Defesa
1.9.1.2. O Momento em que se Inicia o Processo
1.9.2. A Impossibilidade do Julgamento Antecipado da Lide no Rito do Júri
1.9.3. As Formas de Citação
1.9.4. A Citação por Hora Certa e a Violação ao Princípio “Nemo Inauditus Damnari Potest”
1.9.5. O Número de Testemunhas
1.10. A Defesa Inicial do Réu
1.10.1. Arguida de Exceções
1.10.2. Principais Regras Práticas Sobre as Exceções
1.10.3. Impossibilidade de Retratação da Decisão que Recebe a Denúncia
1.10.4. O Recurso Cabível da Decisão que Rejeita a Peça Acusatória
1.11. A Consequência da Falta da Defesa Inicial do Réu
1.12. A Réplica
1.13. Do Saneamento do Processo
1.14. A Audiência de Instrução
1.15. A Mutatio Libelli no Júri
1.16. Consequência da Mutatio Libelli no Júri
1.17. A Vedação à Aplicação da Mutatio Libelli em Segundo Grau
1.17.1. A Vedação à Aplicação da Mutatio Libelli na Segunda Fase do Júri (Judicium Causae)
1.18. As Alegações Finais
1.18.1. Como Corre o Prazo das Alegações Finais se for Necessário Fazer de Forma Escrita
1.18.2. A Ausência das Alegações Finais
1.19. O Momento para Apresentação das Nulidades
1.20. O Impedimento da Defesa Requer a Pronúncia do Acusado
1.21. A Atividade do Juiz Após a Apresentação das Alegações Finais
1.22. O Tempo Final para Conclusão da Primeira Fase (Judicium Accusationis)
1.22.1. Excesso de Prazo Justificado no Entendimento Jurisprudencial
1.22.2. Consequência do Excesso de Prazo Injustificado
1.22.3. O Excesso de Prazo e a Sua Extensão aos Coautores
1.22.4. O Excesso de Prazo e o Abuso do Direito de Defesa
1.23. Da Pronúncia
1.23.1. A Natureza Jurídica da Sentença de Pronúncia na Doutrina
1.23.2. Natureza Jurídica da Pronúncia na Visão do Stf
1.23.2.1. Pronúncia por Elementos Informativos
1.23.3. A Pronúncia e a Exigência de Especificação 
1.23.4. Os Requisitos da Pronúncia
1.23.5. O que Não Deve Conter a Pronúncia
1.23.6. Pronúncia e Crime Continuado
1.23.7. Pronúncia e o Concurso Formal
1.23.8. Pronúncia e o Concurso Material
1.23.9. O Descobrimento de Outros Crimes
1.23.10. O Princípio Norteador da Pronúncia
1.23.11. Quando o Princípio In Dubio Pro Societate Não Pode Ser Usado
1.23.12. Alegação de (In)Constitucionalidade do Princípio In Dubio Pro e o Momento de Sua Análise
1.23.13. Atividade do Juiz ao Proferir a Pronúncia
1.23.14. A Prisão e a Decisão de Pronúncia
1.23.15. A Necessidade de Fundamentação da Pronúncia
1.23.16. A Pronúncia e a Interrupção da Prescrição da Pretensão Punitiva
1.23.17. A Pronúncia, a Interrupção da Prescrição e a Posterior Decisão do Tribunal do Júri Desclassificatória
1.23.18. O Pronunciado de Bons Antecedentes
1.23.19. Análise da Possibilidade de o Juiz Excluir as Qualificadoras ou Causas de Aumento de Pena, Constantes na Decisão de Pronúncia
1.23.20. A Teoria do Juiz Sóbrio 
1.23.21. A Teoria do Juiz Sóbrio e o Conteúdo do Acórdão
1.23.22. O que Acarreta a Inobservância da Teoria do Juiz Sóbrio
1.23.23. Outros Efeitos da Pronúncia
1.23.24. Análise da Possibilidade da Pronúncia Produzir Efeitos de Natureza Civil
1.23.25. A Decisão de Pronúncia e a Manifestação do Juiz Sobre os Crimes Conexos
1.23.26. O Prazo para o Juiz Proferir a Sentença de Pronúncia
1.23.27. O Momento para Arguida de Nulidades Ocorridas Após a Pronúncia
1.24. Da Impronúncia
1.24.1. A Sentença de Impronúncia e a Possibilidade de Nova Denúncia
1.24.2. O Tipo de Nova Prova que Enseja Uma Nova Denúncia Após a Impronúncia
1.24.3. A Despronúncia
1.24.4. A Impronúncia e os Crimes Conexos
1.24.5. Impronúncia e a Possibilidade de Responsabilidade Civil do Impronunciado
1.25. Da Desclassificação
1.25.1. A Desclassificação e a Nova Tipificação
1.25.2. Análise da Possibilidade do Juiz que Recebe os Autos Após a Desclassificação Pode Suscitar o Conflito de Competência
1.25.3. A Desclassificação e a Preclusão da Capitulação da Denúncia
1.25.4. A Desclassificação, a Conexão e a Vis Atractiva
1.25.5. Desclassificação e Manutenção da Competência do Tribunal de Júri
1.25.6. A Desclassificação e o Novo Procedimento a Ser Adotado
1.26. Promotor Natural: Desclassificação e Consequências Práticas 
1.27. Promotor Natural: Desmembramento e Consequências Práticas 
1.28. Da Absolvição Sumária
1.28.1. Observações Didáticas Jurisprudenciais
1.28.2. Análise da Possibilidade do Juiz Recorrer, de Ofício, da Sua Decisão
1.28.3. Quando Não Será Possível a Absolvição Sumária por Isenção de Pena
1.28.4. Análise da Possibilidade de Haver Absolvição Sumária por Semi-Imputabilidade
1.28.5. Análise da Possibilidade de Haver Absolvição Sumária por Inimputabilidade Após a Pronúncia
1.28.6. Análise da Possibilidade de Haver Absolvição Sumária por Não Existir Prova Suficiente para a Condenação 
1.28.7. A Absolvição Sumária e os Crimes Conexos
1.29. Os Recursos da Sentença da Primeira Fase
1.30. Legitimidade Recursal 
1.31. Recurso e Efeito Suspensivo 
1.32. A Solução Prática para o Caso de o Juiz ao Pronunciar ou Impronunciar Detectar Indícios de Autoria ou de Participação de Outras Pessoas Não Incluídas na Acusação
1.33. Da Emendatio Libelli
1.33.1. Consequência da Emendatio Libelli
1.34. A Ausência da Crise de Instância
1.34.1. A Presença da Crise de Instância.
1.35. A Intimação da Pronúncia
1.36. Alteração na Pronúncia

CAPÍTULO 3
1.37. O Desaparecimento do Libelo
1.38. Da Preparação do Processo para Julgamento em Plenário
1.38.1. A Irrecorribilidade do Despacho que Julga Preparado o Processo
1.39. Do Alistamento dos Jurados
1.40. Alteração da Lista
1.40.1. Da Fiscalização da Lista pelo Ministério Público
1.41. A Publicação da Lista
1.41.1. A Exclusão do Jurado Profissional 
1.41.2. Os Deveres dos Jurados
1.42. Do Desaforamento
1.42.1. Hipóteses de Desaforamento
1.42.2. Procedimento do Desaforamento
1.42.2.1. O Desaforamento e o Efeito Suspensivo
1.42.2.2. Importância das Informações do Juiz no Pedido de Desaforamento
1.42.2.3. O Desaforamento e a Necessidade de Ouvir a Defesa
1.42.2.4. O Desaforamento e a Necessidade do Procurador-Geral
1.42.2.5. A Nova Comarca do Julgamento
1.42.2.6. Análise da Possibilidade de o Desaforamento Ser Deferido para Comarca Distante
1.42.3. Quando o Desaforamento Não Pode Ser Realizado
1.42.4. Análise da Possibilidade de Haver o Desaforamento dos Atos da Instrução Criminal
1.42.5. Análise da Possibilidade de Haver Desaforamento em Virtude de Influência Política do Réu
1.42.6. Análise da Possibilidade de o Pedido de Desaforamento Ser Renovado
1.42.7. O Desaforamento Subsequente 
1.42.7.1. Desaforamento e Competência para Deliberar Sobre a Revogação da Preventiva
1.42.8. O Reaforamento 
1.42.9. Possibilidade de Desaforamento do Segundo Julgamento 
1.42.10. Medida Cabível para Combater o Pedido de Desaforamento
1.42.11. Competência para Execução Provisória da Pena no Caso de Desaforamento
1.43. A Preferência dos Julgamentos
1.44. O Limite Legal para o Assistente Requerer a Habilitação para Atuar no Plenário do Júri
1.45. O Preparo Inicial do Júri
1.46. A Convocação e o Sorteio dos Jurados
1.46.1. A Forma e Tempo do Sorteio
1.46.2. O Período do Sorteio
1.46.3. A Forma de Convocação dos Jurados
1.46.4. O Jurado e a Obrigação de Servir ao Júri
1.46.5. Os Novos Requisitos para Ser Jurado
1.46.6. A Proteção Contra Discriminações
1.46.7. A Penalidade da Recusa Injustificada ao Serviço do Júri
1.46.8. A Penalidade da Recusa ao Serviço do Júri Fundada em Convicção Religiosa, Filosófica ou Política
1.46.9. A Penalidade por Não Comparecimento no Dia Marcado para A Sessão 
1.47. Os Isentos do Júri
1.48. Os Privilégios dos Jurados
1.49. A Responsabilidade Criminal dos Jurados
1.50. Da Composição do Tribunal do Júri e da Formação do Conselho de Sentença
1.50.1. A Composição do Júri
1.50.2. Os Impedidos de Servir no Mesmo Conselho de Sentença
1.50.2.1. Não Pode(M) Participar do Conselho de Sentença, Ensejando a Nulidade do Julgamento
1.50.2.2. Pode(M) Participar do Conselho de Sentença, Não Ensejando a Nulidade do Julgamento
1.51. Da Reunião e das Sessões do Tribunal do Júri
1.51.1. A Abertura dos Trabalhos
1.51.2. A Ausência do Ministério Público
1.51.3. As Regras Sobre as Faltas do Defensor, do Réu, do Acusador Particular e das Testemunhas
1.52. A Separação das Testemunhas
1.53. A Abertura da Sessão
1.54. O Sorteio dos Suplentes
1.55. O que o Juiz Deve Fazer Antes de Sortear os Jurados
1.56. A Certidão de Incomunicabilidade dos Jurados
1.56.1. A Incomunicabilidade Relativa
1.57. O Sorteio dos Jurados
1.58. As Escusas Peremptórias
1.58.1. A Impossibilidade da Separação do Julgamento Motivado pelas Escusas Peremptórias e o Critério da Recusa
1.58.2. O Critério de Preferência no Caso de Haver Separação dos Julgamentos
1.59. A Solução para o Estouro da Urna
1.60. A Solução para Arguida de Impedimento, de Suspeição ou de Incompatibilidade Contra o Juiz-Presidente do Tribunal do Júri, Órgão do Ministério Público, Jurado ou Qualquer Funcionário 
1.61. O Juramento Solene dos Jurados
1.61.1. Obrigatoriedade da Entrega de Cópia da Pronúncia aos Jurados
1.62. Da Instrução em Plenário
1.62.1. O Início da Instrução Plenária
1.62.1.1. Oitiva da Vítima Sem Requerimento da Acusação ou Defesa. Nulidade Absoluta
1.62.1.2. A Relatividade do Direito de Dispensa das Testemunhas
1.62.2. Das Acareações em Plenário
1.62.3. O Interrogatório do Réu
1.62.4. O Uso de Algemas no Plenário
1.62.5. O Momento para a Arguida da Nulidade 
1.63. Dos Debates em Plenário
1.63.1. O Início dos Debates
1.63.2. A Quesitação das Agravantes
1.63.2.1. A Quesitação do Crime Continuado
1.63.3. A Forma de Exposição no Debate 
1.63.4. A Defesa, a Réplica e a Tréplica
1.63.5. A Inovação da Tese Defensiva na Tréplica
1.63.6. O Promotor de Justiça e a Desistência da Acusação em Plenário 
1.63.7. A Tréplica: Faculdade ou Obrigação?
1.63.8. O Tempo dos Debates
1.63.9. Vedações às Partes Durante os Debates em Plenário
1.63.10. A Vedação à Produção ou Leitura de Documento
1.63.10.1. A Utilização de Recurso de Informática (Power Point)
1.63.11. A Inexistência de Proibição da Leitura de Livros
1.63.12. A Leitura dos Antecedentes em Plenário
1.63.13. Referência ou Leitura de Sentença Prolatada em Desfavor do Corréu
1.63.14. Observações Didáticas Jurisprudenciais
1.63.15. O Pedido de Indicação da Folha dos Autos Onde se Encontra a Peça por Ele Lida ou Citada por Uma das Partes 
1.64. A Conclusão dos Debates e a Leitura dos Quesitos
1.65. A Verificação de Fato Reconhecido como Essencial para o Julgamento da Causa
1.65.1. A Juntada da Relação dos Quesitos aos Autos
1.66. Do Questionário e Sua Votação
1.66.1. A Vinculação da Pronúncia aos Quesitos
1.66.2. A Forma de Redigir os Quesitos
1.66.3. A Ordem na Formulação dos Quesitos
1.66.4. Como Deve Ser Formulado o Quesito Sobre a Materialidade
1.66.5. Como Deve Ser Formulado o Quesito da Autoria 
1.66.5.1. Como Deve Ser Formulado o Quesito da Coautoria ou Participação 
1.66.6. A Teoria do Voto Definidor
1.66.7. O Fenômeno da Absolvição Fictícia
1.66.7.1. O Terceiro Quesito “O Jurado Absolve o Acusado?”: Faculdade Versus Obrigação.
1.66.7.2. Quando a Tese é Excesso Culposo
1.66.8. A Sequência da Votação em Caso de Condenação
1.66.9. A Desnecessidade de Quesitação Sobre Atenuantes como Quesito Obrigatório
1.66.10. A Oportunidade de Impugnação dos Quesitos
1.66.11. O que o Juiz Deve Fazer Antes de Colocar os Quesitos para Votação
1.66.12. A Quesitação pelo Falso Testemunho Ocorrido em Plenário
1.66.12.1. Por que os Jurados Devem Opinar
1.66.12.2. Por que a Testemunha Não Pode Ser Presa em Flagrante Logo em Seguida ao Depoimento em Plenário
1.66.12.3. A Retratação
1.66.12.4. Absolvição do Crime de Falso Testemunho e a Anulação do Júri 
1.66.12.5. Tribunal do Júri, Falso Testemunha e Incomunicabilidade da Testemunha: 
1.66.13. O Julgamento na Sala Especial
1.66.14. O que o Juiz Deve Fazer Antes de Proceder à Votação
1.66.15. O Quorum da Votação 
1.66.15.1. (Des) Necessidade da Abertura de Todos os Votos
1.66.16. A Contradição na Votação
1.66.17. Os Quesitos Prejudicados
1.66.18. A Assinatura do Termo
1.66.19. A Falta de Assinatura na Visão da Jurisprudência
1.67. A Sentença Final do Júri
1.67.1. A Sentença Condenatória 
1.67.1.1. Fixação na Sentença do Valor Mínimo para Reparação dos Danos Causados à Vítima
1.67.1.2. Efeito da Condenação das Sentenças do Tribunal do Júri
1.67.1.3. Sentença Condenatória e Prisão Preventiva
1.67.1.4. Prisão Motivada por Ausência do Réu No Julgamento
1.67.2. A Sentença Absolutória
1.67.3. A Sentença Desclassificatória
1.67.4. Desclassificação e Competência do Júri para os Crimes Remanescentes na Visão dos Tribunais Superiores
1.67.5. Possibilidade de Extensão de Decisão de Desclassificação em Favor de Corréu 
1.67.6. A Desclassificação Própria Versus Imprópria
1.68. A Leitura da Sentença em Plenário
1.69. Da Ata dos Trabalhos
1.69.1. O Conteúdo da Ata
1.69.2. A Falta da Ata
1.69.3. O Valor da Ata do Julgamento
1.70. Das Atribuições do Presidente do Tribunal do Júri
1.70.1. Nulidade por Ausência Prolongada do Juiz 
1.70.2. Os Apartes no Júri
1.70.2.1. A Quem Deve Ser Dirigido o Pedido de Aparte
1.70.3. A Sentença do Júri E O Início Do Prazo Recursal 
1.70.4. O Acatamento da Tese Defensiva Pelos Jurados e o Julgamento Contrário às Provas dos Autos
1.70.5. Inadmissibilidade de Segunda Apelação pelo Mérito
1.70.6. A Escolha de Uma das Teses Pelos Jurados e o Julgamento Conforme as Provas dos Autos
1.70.7. Análise da Retroatividade Versus a Irretroatividade da Norma que Revogou o Protesto por Novo Júri

CAPÍTULO 4
1.71. O Advogado que Não Acreditou em Seu Cliente
1.72. O Inimputável por Doença Mental
1.73. A Questão da Alegação de Insanidade no Plenário do Júri
1.73.1. Quando Existe, na Quesitação, Mais de Uma Tese Absolutória e Uma Delas Gera Absolvição Imprópria
1.73.2. Quando a Tese de Defesa é a Inimputabilidade Única
1.74. O Mendigo e o Júri 
1.75. Gravações
1.76. O Corréu
1.77. A Ausência de Alegações
1.78. Direito Versus Garantia
1.79. É Possível que o Promotor Peça a Absolvição e o Defensor a Condenação? 
1.80. A Limitação dos Debates e o Princípio Constitucional da Amplitude da Defesa do Réu
1.81. A Lei da Reciprocidade e o Júri 
1.82. O Crime que Apareceu nos Debates
1.83. O Interrogatório Durante os Debates
1.84. O Júri Privado
1.85. O Dever de Defender
1.86. O Promotor e o Homicídio
1.87. Competência do Júri Federal
1.88. Competência Quando há Envolvimento de Corréus em Crime Doloso Contra a Vida, Havendo em Relação a Um Deles a Prerrogativa de Foro
1.89. Prevalência do Foro por Prerrogativa de Função da CF Sobre o Tribunal do Júri 
1.90. Prevalência do Tribunal do Júri Sobre o Foro por Prerrogativa de Função Estabelecido na Constituição Estadual
1.91. Impossibilidade de Requerimento de Desaforamento pelo Juiz
1.92. O Caso em que Não Foi Possível Encontrar o Cadáver
1.93. A Suspeição Arguida em Plenário
1.94. O Homicídio e a Arma
1.95. A Legítima Defesa e o Porte de Arma
1.96. O Homicídio e o Crime Eleitoral
1.97. A Dissolução do Conselho
1.98. A Exclusão das Qualificadoras
1.98.1. A Exclusão das Qualificadoras pelo Tribunal de Justiça
1.99. O Almoço que Causou Nulidade
1.100. O Partícipe e a Acessoriedade
1.101. Severina: Assassina ou Santa? O Sertão que Não Tem o Cordel Encantado
1.102. Se o Partícipe For Absolvido e Houver Trânsito em Julgado, Ainda é Possível Denunciar o Autor Material do Fato Antes Não Identificado? 
1.103. O Réu Absolvido Como Autor Pode Ser Novamente Denunciado Como Partícipe?
1.104. A Quesitação no Concurso de Pessoas
1.105. O Estupro e o Homicídio I
1.106. O estupro e o homicídio II
1.107. Condenações pelo Tribunal do Júri e a Inelegibilidade 
1.108. O Egoísmo e o Frio dos Corações
1.109. O Inocente
1.110. Estudo Completo do Feminicídio
1.110.1. A Qualificadora do Feminicídio 
1.110.2. Conceito de Feminicídio:
1.110.3. Razões de Gênero
1.110.4. As Espécies de Feminicídio
1.110.5. Hediondez da Qualificadora Feminicista 
1.110.5.1. A Qualificadora Feminicista e a Violação do Princípio da Igualdade 
1.110.5.2. O Feminicídio em Uma Estatística Alarmante
1.110.5.3. Competência para Julgar o Homicídio no Contexto do Feminicídio 
1.110.6. Feminicídio: Qualificadora Subjetiva Versus Objetiva
1.110.7. Feminicídio e Neocolpovulvoplastia: As Implicações Legais do Conceito de Mulher para os Fins Penais.
1.110.7.1. A Neocolpovulvoplastia e o Feminicídio
1.110.7.2. O Conceito Jurídico de Mulher para Caracterização do Feminicídio 
1.110.7.3. As Soluções do Critério Biológico 
1.110.8. A Majorante do Feminicídio 
1.110.8.1. A Majorante do Feminicídio e o Princípio Ne Bis In Idem:
1.110.8.2. Vigência e a Irretroatividade da Qualificadora e da Majorante do Feminicídio 
1.110.9. O Crime de Aborto Versus a Majorante do Feminicídio Cometido Durante a Gestação.
1.111. O Homicídio Funcional: Lei Nº 13.142/2015
1.112. A Qualificadora do Homicídio Funcional (Artigo 121, § 2º, Inciso Vii).
1.112.1. A Hediondez do Homicídio Funcional
1.112.2. As Consequências da Hediondez do Homicídio Funcional
1.112.3. Os Agentes Passivos do Homicídio Funcional
1.112.4. A Qualificadora do Homicídio Funcional e a Violação do Princípio da Igualdade 
1.112.5. O Homicídio Funcional em Uma Estatística Alarmante
1.112.6. Homicídio Funcional: Qualificadora Subjetiva Versus Objetiva
1.112.7. Competência para Julgar o Homicídio Funcional
1.112.8. A Lesão Corporal Funcional 
1.112.8.1. A Lesão Corporal Funcional Hedionda
1.112.9. A Vigência e a Irretroatividade da Qualificadora do Homicídio Funcional e da Lesão Corporal Funcional
1.113. Trinta Teses do Júri Segundo a Ótica do Superior Tribunal de Justiça 

CAPÍTULO 5
1.114. Modelo de Diligências Especificadas Formulado pelo Promotor de Justiça
1.115. Modelo de Diligências Requeridas pelo Ministério Público para Sanar Ausência de Condição de Procedibilidade
1.116. Modelo de Parecer Sobre o Incidente de Insanidade Mental Formulado pelo Delegado
1.117. Modelo de Pedido de Arquivamento de Inquérito Formulado pelo Promotor de Justiça
1.118. Modelo de Parecer Requerendo a Separação da Ação Pública da Ação Privada
1.119. Modelo de Parecer Requerendo a Extinção de Punibilidade
1.120. Modelo de Denúncia com Pedido de Preventiva com a Finalidade de Garantir a Ordem Pública e pela Conveniência da Instrução Criminal
1.121. Modelo de Denúncia com Pedido de Preventiva para Preservação da Ordem Pública
1.122. Modelo de Denúncia por Aborto Causado por Médico com Dolo Eventual. (Modelo Gentilmente Cedido por Minha Amiga Érica Lopes Cezar de Almeida – Promotora de Justiça).
1.122.1. Modelo de Parecer de Preventiva com a Finalidade de Assegurar a Aplicação da Lei Penal e a Conveniência da Instrução Criminal
1.123. Modelo de Pedido de Preventiva e para que Seja Marcada Audiência para Produção de Provas Urgentes. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Marcelo Tebet Halfeld – Promotor de Justiça).
1.123.1. Modelo de Decisão do Juiz Recebendo a Denúncia Sem Pedido de Preventiva
1.124. Modelo de Decisão do Juiz Recebendo a Denúncia com Apreciação de Pedido de Preventiva
1.125. Despacho do Juiz Nomeando Defensor
1.126. Modelo de Defesa Preliminar Ofertada por Advogado ou Defensor Público (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Jorge Wellington de Lima Matos – Advogado Criminalista).
1.127. Modelo de Despacho do Juiz Sem Alegação de Preliminar
1.128. Modelo de Despacho do Juiz Intimando o Ministério Público para se Manifestar Sobre as Preliminares Arguidas
1.129. Decisão do Juiz Apreciando Preliminares Alegadas (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Francisco Milton Araújo Júnior– Juiz-Presidente do Tribunal Do Júri).
1.130. Modelo Formulado Pelas Partes Dispensando Testemunha Não Encontrada
1.131. Modelo de Defesa Preliminar Formulado pela Defesa
1.132. Modelo de Pedido de Substituição de Testemunha Formulado pela Defesa ou Acusação
1.133. Modelo de Pedido de Revogação de Prisão Preventiva. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Jorge Wellington Lima de Matos – Advogado Criminalista)
1.134. Modelo de Parecer do Promotor de Justiça Opinando pelo Indeferimento da Revogação da Prisão Preventiva
1.135. Modelo de Concessão de Revogação de Preventiva Substituindo por Medida Cautelar Diversa da Prisão (Modelo Pode Ser Usado por Promotores Ou Advogados)
1.136. Modelo de Pedido de Instauração de Incidente de Insanidade Mental que Pode Ser Formulado pelo Promotor de Justiça ou Advogado
1.137. Modelo de Alegações Finais Formulado pelo Promotor de Justiça Requerendo a Pronúncia do Acusado
1.138. Modelo de Alegações Finais Requerendo a Absolvição Sumária Imprópria (Pode Ser Usado para Defesa ou Acusação)
1.139. Modelo de Alegações Finais Requerendo a Absolvição Sumária Própria (Pode Ser Usado para Defesa ou Acusação)
1.139.1. Modelo de Alegações Finais Pleiteando a Absolvição Sumária. Pode Ser Usado por Advogado ou Defensor Público. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Jorge Wellington de Lima Matos – Advogado Criminalista).
1.140. Modelo de Alegações Finais Requerendo a Desclassificação do Delito (Pode Ser Usado para Defesa ou Acusação)
1.141. Modelo de Alegações com Pedido de Desclassificação Elaborado pela Defesa (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Dimas Souto Pedrosa Filho – Advogado Criminalista)
1.142. Modelo de Alegações com Pedido de Impronúncia Elaborado pela Defesa (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Dimas Souto Pedrosa Filho – Advogado Criminalista. Trata-se se Interessante Caso Ímpar na História do Direito Penal, que Aconteceu em Uma Comarca em que Trabalhei: O Padre Matou o Bispo e, Depois de Cumprir a Pena, foi Também Assassinado.)
1.143. Modelo de Sentença de Pronúncia com Emendatio Libelli e Preventive. 
1.144. Modelo de Sentença com Absolvição Sumária Imprópria (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Waldemiro de Araújo Lima Neto – Juiz de Direito).
1.145. Modelo de Sentença com Absolvição Sumária Própria 
1.145.1. Modelo de Sentença Desclassificando o Delito (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Waldemiro de Araújo Lima Neto – Juiz de Direito).
1.146. Modelo de Sentença de Impronúncia (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Waldemiro de Araújo Lima Neto – Juiz de Direito).
1.147. Modelo de Manifestação da Fase do Artigo 422 Sem Diligências
1.148. Modelo de Manifestação da Fase do Artigo 422 com Testemunhas e Diligências
1.149. Modelo de Sentença Final Condenatória (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Francisco Milton Araújo Júnior – Juiz de Direito).
1.150. Modelo de Sentença Desclassificando para Lesão Corporal Grave (Modelo Gentilmente Cedido por Minha Amiga Pollyana Maria Barbosa Pirauá Cotrim – Juíza de Direito). 
1.151. Modelo de Sentença Desclassificando para Lesão Corporal Leve (Modelo Gentilmente Cedido por Minha Amiga Pollyana Maria Barbosa Pirauá Cotrim – Juíza de Direito).
1.152. Modelo de Sentença Desclassificando de Tentativa de Homicídio para Posse de Arma (Modelo Gentilmente Cedido por Minha Amiga Pollyana Maria Barbosa Pirauá Cotrim – Juíza de Direito). 
1.153. Modelo de Sentença Condenação de Dois Réus por Homicídio e Porte de Arma (Modelo Gentilmente Cedido por Minha Amiga Pollyana Maria Barbosa Pirauá Cotrim – Juíza de Direito). 
1.154. Modelo de Sentença Final Absolutória (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Francisco Milton Araújo Júnior – Juiz de Direito).
1.155. Modelo de Sentença Final Desclassificatória 
1.156. Modelo de Pedido de Habilitação de Assistente
1.157. Modelo de Procuração
1.158. Modelo do Termo de Verificação de Cédulas
1.159. Modelo de Certidão de Incomunicabilidade dos Jurados Elaborado pelo Oficial de Justiça
1.160. Modelo do Termo de Compromisso de Jurados
1.161. Modelo do Termo de Votação
1.162. Modelo de Relatório Confeccionado pelo Juiz-Presidente do Júri
1.163. Modelo de Certidão do Pregão
1.164. Modelo de Termo de Julgamento
1.165. Modelo de Despacho de Preparo do Júri
1.166. Roteiro Prático Completo para o Juiz Seguir no Dia do Julgamento (Modelo Elaborado e Gentilmente Cedido por Meu Amigo, Dr. José Carlos Vasconcelos Filho - Juiz de Direito)
1.167. Prática da Elaboração dos Quesitos
1.168. Modelos Recursais:
1.168.1. Modelo de Apelação: Apelação Contra a Absolvição no Quesito Geral Quando a Única Tese Foi Negativa de Autoria (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Sandro Carvalho Lobato de Carvalho – Promotor De Justiça).
1.168.2. Modelo de Razões em Recurso em Sentido Estrito Formulado pela Defesa. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Mário Flávio Matos Corrêa de Oliveira – Advogado Criminalista). 
1.168.2.1. Modelo de Recurso em Sentido Estrito, Objetivo: Pronúncia Ser Reformada para Excluir a Absolvição Sumária dos Crimes Conexos 
1.168.3. Modelo de Recurso de Apelação Contra Sentença Absolutória com Alegação de Várias Preliminares 
1.168.4. Modelo de Apelação Formulado pelo Promotor de Justiça Contra Decisão Absolutória do Tribunal do Júri
1.168.4.1. Modelo de Recurso Apelação Contra Sentença em Julgamento Realizado pelo Tribunal do Júri Contra as Provas dos Autos 
1.168.5. Modelo de Recurso para Reduzir a Pena Base, Aplicando a Súmula 444 Stj 
1.168.6. Modelo de Recurso em Sentido Estrito Formulado pela Defesa
1.168.7. Modelo de Recurso de Concessão de Liberdade Provisória
1.168.8. Modelo de Recurso em Sentido Estrito 
1.168.9. Modelo das Razões que Pode Ser Usado pelo Promotor de Justiça ou Defesa
1.168.10. Modelo de Razões de Apelação. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Jorge Wellington Lima de Matos – Advogado Criminalista.)
1.168.11. Modelo de Razões de Apelação. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Jorge Wellington Lima de Matos – Advogado Criminalista.)
1.168.12. Modelo de Revisão Criminal Formulado pela Defesa (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Antônio Fernando Cardoso Cintra – Advogado Criminalista.)
1.168.13. Modelo de Desaforamento
1.168.14. Modelo de Contrarrazões de Apelação (Modelo Gentilmente Cedido por Minha Amiga, Maria Lizandra Lira de Carvalho – Promotora de Justiça).
1.168.15. Modelo de Recurso Especial. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Jorge Wellington Lima de Matos – Advogado Criminalista.)
1.168.16. Modelo de Recurso Extraordinário. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Jorge Wellington Lima de Matos – Advogado Criminalista.)
1.168.17. Modelo de Habeas Corpus com Pedido Liminar Interposto Perante a Justiça Federal. (Modelo Gentilmente Cedido por Meu Amigo Mario Flavio Matos Corrêa de Oliveira – Advogado Criminalista).

CAPÍTULO 6

CAPÍTULO 7
1. As Terminologias da Traumatologia Médico-Legal Mais Utilizadas no Tribunal do Júri. 
1.1. Meios Mecânicos Causadores de Lesões
1.2. Esgorjamento
1.3. Degolamento
1.4. Esganadura 
1.5. Lesões Contundentes
1.6. Tipos de Lesões Encontradas nas Contusões Superficiais
1.7. Lesões Encontradas nas Contusões Profundas
1.8. Rubefação
1.9. Edema Traumático
1.10. Bossa Sanguínea
1.11. Hematoma
1.12. Equimose e Sugilação
1.13. Petéquias e Sufusões
1.14. Mecanismos que Podem Produzir Equimoses
1.15. Diferença Entre Hematoma e Equimose
1.16. Escoriação
1.17. Características das Feridas Contusas (de Instrumentos Contundentes)
1.18. Entorses
1.19. Luxações
1.20. Lesões Perfurantes 
1.21. Características das Feridas Perfurantes
1.21.1. Problemas Médico-Legais dos Instrumentos Perfurantes – Causa Jurídica
1.22. Ferimento em “Acordeão ou Sanfona de Lacassagne”
1.23. Lesões Corto-Contundentes
1.24. Características das Lesões Corto-Contusas
1.25. Lesões Pérfuro-Cortantes
1.26. Características Encontradas nas Lesões Pérfuro-Cortantes em Relação ao Gume do Instrumento que as Produziu
1.27. Lesões de “Defesa”
1.28. Lesões Pérfuro-Contundentes
1.29. Armas: Instrumento de Crime
1.29.1. Conceito
1.29.2. Classificação das Armas 

CAPÍTULO 8
2. A Soberania dos Veredictos e a Execução Provisória em Condenações no Tribunal do Júri: Um Julgamento Histórico no STF
2.1. Um Julgamento Histórico no Stf
2.2. Princípio da Proporcionalidade em Sentido Amplo 
2.3. A Soberania do Júri e Jurisprudência do Stf 
2.4. Os Crimes de Homicídio e a Facilidade de Concretização de Impunidade por Meio da Prescrição
2.5. A Soberania dos Veredictos e o Princípio da Razoabilidade
2.6. Relatividade do Princípio da Soberania dos Veredictos  
2.7. Uma Conclusão Inevitável

CAPÍTULO 9

REFERÊNCIAS

ÍNDICE ALFABÉTICO REMISSIVO

Avaliar produto

Preencha seus dados, avalie e clique no botão Avaliar Produto.
Muito Ruim Ruim Bom Muito Bom Excelente

Opiniões sobre o produto

Este produto ainda não possui avaliações...

Produtos que você já viu

Você ainda não visualizou nenhum produto

Termos Buscados

Você ainda não realizou nenhuma busca